Dr.Lucas MouraTricologia e Transplante Capilar
Protocolo técnico

Ferramenta nomeada, fluxo descrito.

Para mim, a transparência técnica é parte do método, não decoração editorial. Aqui descrevo o protocolo que eu pratico na execução do DHI: ferramenta declarada, etapas detalhadas, supervisão clínica pessoal.

Macro do Choi Implanter: mão enluvada segurando a caneta aplicadora com folículo capilar visível no compartimento, escala de profundidade 0.25/0.5.
Em resumo

Como funciona

  • Ferramenta canônica: Choi Implanter, caneta aplicadora com cilindro transparente e agulha calibrada por escala de profundidade.

    Item 1.
  • Extração folicular: técnica FUE com punch de calibre adequado à anatomia individual, preservando a integridade do bulbo.

    Item 2.
  • Implantação: direta com Choi Implanter, sem etapa intermediária de incisão prévia.

    Item 3.
  • Direção médica: conduzo pessoalmente cada decisão técnica crítica: ângulo, direção, densidade e desenho da linha frontal.

    Item 4.
  • Minha equipe clínica é treinada na técnica DHI e atua sob a minha supervisão direta: assistência protocolada, não delegação do ato.

    Item 5.
Indicações

Quando faz sentido.

Lista orientativa. A decisão final depende sempre da avaliação presencial.

  • Avaliação tricoscópica

    Diagnóstico em tempo real do padrão capilar, qualidade da área doadora e classificação clínica (Norwood/Ludwig). Não há diagnóstico por foto.

    Indicação 1.
  • Desenho da linha frontal

    Geometria proporcional à anatomia facial, idade e expectativa do paciente. Linha definida em consulta com o paciente desperto, antes do procedimento.

    Indicação 2.
  • Definição de densidade

    Distribuição de unidades foliculares por centímetro quadrado, ajustada à viabilidade da área doadora e à naturalidade do resultado pretendido.

    Indicação 3.
  • Ângulo e direção dos fios

    Cada folículo é implantado em ângulo de saída específico, replicando o padrão natural do paciente. Controle direto no ato da implantação com o Choi.

    Indicação 4.
Contraindicações

Quando eu não indico.

Recusar um caso faz parte do mesmo critério que aprova outro. Estes são os cenários em que prefiro não operar, porque o resultado começa na indicação correta.

  • Qualquer um dos critérios técnicos acima ausente: em caso de dúvida, a indicação é não operar.
  • Variações de protocolo informais ou improvisadas: o método é declarado, não negociável.
  • Delegação do ato cirúrgico crítico: supervisão direta do médico é parte do protocolo, não opcional.
  • Mega-sessões com múltiplos médicos ou volume incompatível com controle de qualidade. Não faço.
  • A aderência ao protocolo é o que define o método. Reduções ou atalhos descaracterizam.

A escolha pelo protocolo declarado não é estratégia de comunicação. É consequência do meu entendimento do ofício. Quando há critério clínico para questionar uma etapa, eu discuto a decisão abertamente com você em consulta. Sem disfarce de linguagem comercial.

Perguntas frequentes

As dúvidas mais comuns.

O que mais me perguntam sobre o método em si: a ferramenta, quem executa o ato e por que eu declaro o protocolo abertamente.

O próximo passo

Antes de decidir, entenda seu caso com clareza.

A avaliação presencial é o primeiro passo para saber se o transplante capilar faz sentido para você, se o momento é adequado e quais caminhos são possíveis com segurança. Sem indicação automática. Sem orçamento genérico por foto. Sem pressa para decidir. A conversa começa pela dúvida, não pela cirurgia.