O Choi Implanter, às vezes chamado de Choi pen, é a ferramenta canônica da técnica DHI. Funciona como uma caneta aplicadora que carrega o folículo em um cilindro e o introduz diretamente no couro cabeludo, no ângulo, na direção e na profundidade que eu defino no ato. É a ferramenta que dá ao DHI o seu controle característico.
Protocolo técnico
Ferramenta nomeada, fluxo descrito.
Para mim, a transparência técnica é parte do método, não decoração editorial. Aqui descrevo o protocolo que eu pratico na execução do DHI: ferramenta declarada, etapas detalhadas, supervisão clínica pessoal.

Em resumo
Como funciona

Ferramenta canônica: Choi Implanter, caneta aplicadora com cilindro transparente e agulha calibrada por escala de profundidade.
Item 1.Extração folicular: técnica FUE com punch de calibre adequado à anatomia individual, preservando a integridade do bulbo.
Item 2.Implantação: direta com Choi Implanter, sem etapa intermediária de incisão prévia.
Item 3.Direção médica: conduzo pessoalmente cada decisão técnica crítica: ângulo, direção, densidade e desenho da linha frontal.
Item 4.Minha equipe clínica é treinada na técnica DHI e atua sob a minha supervisão direta: assistência protocolada, não delegação do ato.
Item 5.
Indicações
Quando faz sentido.
Lista orientativa. A decisão final depende sempre da avaliação presencial.
- Indicação 1.
Avaliação tricoscópica
Diagnóstico em tempo real do padrão capilar, qualidade da área doadora e classificação clínica (Norwood/Ludwig). Não há diagnóstico por foto.
- Indicação 2.
Desenho da linha frontal
Geometria proporcional à anatomia facial, idade e expectativa do paciente. Linha definida em consulta com o paciente desperto, antes do procedimento.
- Indicação 3.
Definição de densidade
Distribuição de unidades foliculares por centímetro quadrado, ajustada à viabilidade da área doadora e à naturalidade do resultado pretendido.
- Indicação 4.
Ângulo e direção dos fios
Cada folículo é implantado em ângulo de saída específico, replicando o padrão natural do paciente. Controle direto no ato da implantação com o Choi.
Contraindicações
Quando eu não indico.
Recusar um caso faz parte do mesmo critério que aprova outro. Estes são os cenários em que prefiro não operar, porque o resultado começa na indicação correta.
- Qualquer um dos critérios técnicos acima ausente: em caso de dúvida, a indicação é não operar.
- Variações de protocolo informais ou improvisadas: o método é declarado, não negociável.
- Delegação do ato cirúrgico crítico: supervisão direta do médico é parte do protocolo, não opcional.
- Mega-sessões com múltiplos médicos ou volume incompatível com controle de qualidade. Não faço.
- A aderência ao protocolo é o que define o método. Reduções ou atalhos descaracterizam.
Perguntas frequentes
As dúvidas mais comuns.
O que mais me perguntam sobre o método em si: a ferramenta, quem executa o ato e por que eu declaro o protocolo abertamente.
