Recomposição capilar feminina com sensibilidade técnica.
Aplicação da técnica DHI para padrões de queda capilar feminina. Particularidades anatômicas do padrão feminino são consideradas no planejamento: linha frontal, densidade, ângulo, conservação do cabelo nativo.
O essencial técnico.
Indicado para alopecia androgenética feminina, rarefação difusa, perda de densidade frontal e falhas de partição.
Item 1.Extração FUE da área doadora preservando densidade visível; implantação direta com Choi Implanter.
Item 2.Modalidade No Shave (sem raspagem) frequentemente compatível, preservando comprimento dos fios longos.
Item 3.Densidade adequada à anatomia feminina: linha frontal com transição suave, distribuição que respeita o padrão natural.
Item 4.Acompanhamento de até doze meses com cronograma adaptado.
Item 5.
Quando faz sentido.
Lista orientativa. A decisão final depende sempre da avaliação presencial.
- Indicação 1.
Alopecia feminina padrão Ludwig
Rarefação difusa em padrões Ludwig I-II com área doadora preservada, permitindo recomposição com naturalidade.
- Indicação 2.
Perda de densidade frontal
Recuo da linha frontal feminina ou falhas de partição que comprometem a confiança estética em distribuição diária do cabelo.
- Indicação 3.
Estabilidade clínica
Quadro hormonal e clínico estabilizado, sem causas reversíveis ativas (eflúvio reativo, deficiências nutricionais).
- Indicação 4.
Expectativa proporcional
Paciente que compreende que a recomposição feminina prioriza distribuição natural. Não densidade máxima absoluta.
Quando não indicamos.
- Alopecia feminina em fase ativa de eflúvio sem estabilização prévia.
- Padrão Ludwig avançado com comprometimento severo da área doadora.
- Condições hormonais não controladas (síndrome de ovário policístico ativa, hipotireoidismo descompensado).
- Eflúvio reativo a estresse, parto recente, medicação ou deficiência nutricional: tratamento clínico primeiro.
- Avaliação presencial obrigatória para confirmação dos critérios.
O padrão feminino exige leitura específica. A indicação cirúrgica vem depois, não antes, do tratamento clínico das causas reversíveis quando presentes.