Investigação clínica primeira
Avaliação de fatores hormonais, nutricionais e dermatológicos. Tratamento clínico das causas reversíveis quando identificadas.
Padrão característico da queda capilar em mulheres: rarefação difusa, perda de densidade frontal, preservação relativa da linha frontal. Tem leitura clínica específica e tratamento individualizado.
A alopecia androgenética feminina (AGA feminina) é o padrão mais comum de queda capilar em mulheres adultas. Diferente do padrão masculino, manifesta-se como rarefação difusa, principalmente na região central do couro cabeludo, com preservação relativa da linha frontal na maioria dos casos.
A classificação Ludwig é a referência clínica: Ludwig I (rarefação leve, perceptível apenas por quem conhece o cabelo da paciente), Ludwig II (rarefação moderada com couro cabeludo visível na partição central) e Ludwig III (rarefação acentuada). Há também escalas alternativas como Sinclair e BASP que oferecem leitura complementar.
A AGA feminina pode ser influenciada por fatores hormonais (síndrome de ovário policístico, menopausa, alterações de tireoide), deficiências nutricionais (ferro, vitamina D, zinco) e estresse crônico. A investigação clínica precede a indicação cirúrgica. O tratamento das causas reversíveis é prioritário.
A divisão central do cabelo fica mais visível, com couro cabeludo perceptível ao longo da linha de partição.
Rarefação na região fronto-parietal, principalmente nas áreas adjacentes à linha frontal.
Os fios novos crescem visivelmente mais finos que antes, indicando miniaturização folicular.
Necessidade de mudança na forma de prender ou modelar o cabelo para disfarçar a redução de volume.
Início ou agravamento após parto, menopausa, alteração hormonal, estresse intenso ou cirurgia.
Mãe, irmãs ou avós com padrão semelhante de rarefação, especialmente após determinada idade.
Avaliação de fatores hormonais, nutricionais e dermatológicos. Tratamento clínico das causas reversíveis quando identificadas.
Modalidade DHI adaptada às particularidades anatômicas femininas. Frequentemente compatível com técnica No Shave.
Saber maisExame tricoscópico, classificação Ludwig, análise da área doadora, discussão de elegibilidade.
Saber maisA calvície feminina exige leitura clínica específica. A indicação cirúrgica vem depois, não antes, do tratamento das causas reversíveis quando presentes. O DHI feminino só faz sentido após estabilização do quadro.
A avaliação presencial é o primeiro passo para saber se o transplante capilar faz sentido para você, se o momento é adequado e quais caminhos são possíveis com segurança. Sem indicação automática. Sem orçamento genérico por foto. Sem pressa para decidir. A conversa começa pela dúvida, não pela cirurgia.